O título original de “(500) Dias com Ela” é “(500) Days of Summer”. Summer, no caso, não significa verão. Trata-se do nome da protagonista, vivida por Zooey Deschanel (de “Ponte para Terabítia”). E embora seja uma típica comédia romântica, a fita foi rotulada de cool (típico dos orçamentos pequenos – a produção custou 7,5 milhões de dólares) e foge do convencional. Aliás, o narrador, logo no início, já conta que não se trata de uma história de amor.Tudo sobre cinema, com críticas de filmes, lançamentos nos cinemas e em home vídeo, trailers. O marcador Coisas da Vida são crônicas do que acontece, podendo ser real ou imaginário!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
(500) Dias com Ela
O título original de “(500) Dias com Ela” é “(500) Days of Summer”. Summer, no caso, não significa verão. Trata-se do nome da protagonista, vivida por Zooey Deschanel (de “Ponte para Terabítia”). E embora seja uma típica comédia romântica, a fita foi rotulada de cool (típico dos orçamentos pequenos – a produção custou 7,5 milhões de dólares) e foge do convencional. Aliás, o narrador, logo no início, já conta que não se trata de uma história de amor.sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Julie & Julia

Stella

Rindo à Toa

Up - Altas Aventuras

domingo, 22 de novembro de 2009
Noite de estreia
Pois bem. Peguei a minha garrafinha d'água e fui para a sala. Tentei ser rápida ao escolher o assento, mas as luzes se apagaram três minutos antes do horário marcado e, até então, todos os assentos que eu escolhia, estavam guardados por alguém que esperava a pessoa voltar da fila da pipoca.
Quando ficou tudo escuro, não titubeei e me sentei na primeira fileira do canto direito formada por poltronas duplas. As propagandas começaram, depois foi a vez dos trailers e, enquanto isso, não parava de entrar gente perdido na sala à procura daquele que estava ali para segurar o assento. Uma menina sentou-se ao meu lado e me perguntou qual era o número da sala em que estávamos. Confirmei e ela veio com outra pergunta:
- É o filme do Michael Jackson, né?
Tive pena, pois ela não sabia se saía correndo em direção a outra sala ou se comia o seu lanche que já estava na metade.
Treze minutos depois começou o filme. E o entra e sai de pessoas não parou. Aliás, durante as duas horas e tanto de duração da fita, pasme!, tinha gente entrando e saindo da sala: eram os adolescentes que só andam em bando até para ir ao banheiro, comprar pipoca, ligar para o pai; era a mãe saindo para comprar algo para o filho; era gente desistindo de saber o final do filme e deixando a sessão para trás.
Depios desta sessão de cinema, comprovei uma tese importante, pois descobri que as pessoas não vão ao cinema para assistir ao filme. Elas vão para bater papo e comer pipoca (depois de ficar na fila, claro). É impressionante como a maioria pensa que está na sala de estar de casa com os amigos e fica falando sobre o que está achando do filme, quem está ligando, o tempo que demorou para convencer o pai a deixá-la ir ao cinema e assim por diante.
Outra coisa que as pessoas vão fazer no cinema é entrar e sair da sala e falar ao celular. Enquanto o filme está na tela, claro. Elas parecem não se importar com as cenas (concordo que o filme não era lá mil maravilhas, mas já que está lá, pagou para estar lá, sente e assista, certo?). Não, errado. Bom mesmo é descer as escadas correndo e conversando com a amiga, voltar gargalhando (mesmo que o filme não tenha graça nenhuma), chamando a atenção sem parar.
Descobri que o inconveniente da primeira fileira não é apenas a (pequena) distância entre você e a tela, a dor no pescoço ao ficar olhando para cima etc. O problema da primeira fileira é que ela fica próxima à saída (pelo menos nesta sala onde eu estava). E o entra e sai das pessoas, embora elas não percebam, incomoda.
Apesar dos transtornos e do zum-zum-zum dos sem-educação, ir ao cinema continua sendo uma experiência incrível! Porém, cinema em noite de estreia é um programa que vai demorar para me pegar novamente. Mesmo que o ingresso já esteja garantido.
domingo, 15 de novembro de 2009
2012

A fita se desenrola a partir de 2009, quando a alta cúpula dos Estados Unidos e de grandes nações do mundo começam a perceber o perigo que a humanidade corre. Então, os dias vão se passando, até que 2012 chega e tudo o que eles precisam fazer é colocar em prática o que determinaram tempos antes.
Para contar essa história, o diretor Roland Emmerich (de “
Ao retornar para casa,
“
Outro enfoque dado por Emmerich é extremamente político, pois envolve os altos escalões de vários países do mundo. Mas a liderança, como não poderia deixar de ser, é dos Estados Unidos. O local seguro escolhido para eles se salvarem não por acaso é a China, o país emergente que cresce sem parar. E a história segue sempre com foco na família, dando um caráter mais humano e de maneira a envolver o espectador e fazê-lo se enxergar naquela confusão, naquela catástrofe natural que acabará atingindo a todos.
Para reunir todas essas catástrofes, o diretor se valeu da tecnologia e dos inúmeros efeitos especiais para projetar terremotos, inundações, destruição de cidades inteiras. E essas inserções começam a ser forçadas, como o voo pilotado pelo cirurgião plástico a beira do caos total, as explosões etc.
Aos brasileiros, foi dedicada uma sequência bastante breve (que ilustra o cartaz de divulgação do filme), que é quando são transmitidas imagens da queda do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, direto da televisão local.
“
O longa-metragem é cheio de clichês previsíveis e escancara as imagens impossíveis na tela. Durante duas horas e meia o espectador vai acompanhar cenas repletas de ação e terá o sentimento de que tudo ali é irreal. Porém, quem sai de casa para assistir a um blockbuster americano sobre o fim do mundo não pode esperar outra coisa.
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Assista ao trailer.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
À Procura de Eric

O Solista

Inimigos Públicos

Jean Charles
